quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Por esses 4 últimos meses e pelos próximos (Clara)

Dia 1ª de abril é pura verdade, pura intensidade, pura molecagem... início de uma pura amizade!!
Foi nesse dia que eu (re) conheci a Clara, pudemos nos mostrar mais a vontade, sem muitas frescuras, aproveitar a música, as pessoas, a alegria que girava no ar. E um convite inusitado me foi proposto: ah Gil, dorme lá em casa hoje. Dorme comigo! Êpa dona Clara, como assim no primeiro encontro você já quer me levar pra cama?! rsrsrs Daí partimos pra uma amizade sem volta!!
E fica sempre o gostinho da intimidade, do conhecer novas coisas, trocar figurinhas, vivências, dores e amores...
Se você já tinha meu carinho desde quando falava rodando agora que já é uma mulher bem crescidinha tem minha admiração, respeito e amor! Abro a boca e digo que é amor, pois amizade sem amor, sem espaço, sem confiança não é amizade.
 Esses quatro meses com você foi incrível, eu já não tinha mais uma casa, eu tinha a sua casa, seu quarto, sua cama; até seus amigos eu também tive/tenho. Que o diga a mamãe "o dia que tu dormiu na casa da Clara, não. Tu dorme lá todo dia.." rsrs
Não podia esquecer o dia do meu aniversário que passei ao seu lado e foi um ótimo presente, sem hipocrisia. Animação e verdade não faltaram!
Vou guardar todos nossos momentos nesse meu coração, e quando bater a saudade eu vou lembrar do cheiro, dos gestos, das palavras, do sotaque, do sorriso e te apertar aqui dentro... Eu sou muito manteiga derretida, você sabe disso, se eu chorei no dia do seu lançamento, porque não choraria hoje?! Eu costumo dizer que saudade não mata, mas maltrata; vai ser muito chata a sua falta física, sua ausência vai gritar nesse silêncio que ousa imperar, mas todo amor que houver vai suprir a falta, vai acalentar o meu coração.
Minha pequena, só posso dizer que amo muuuuito você, que desejo todo sucesso, que mesmo em meio às tempestades Deus não te deixa sozinha.
Se cuida minha filhota ;)



sábado, 30 de julho de 2011

Flerte

"Flerte ou paquera é um comportamento parecido, comum entre seres humanos com intenções sexuais numa ligeira e discreta insinuação de interesse entre pessoas heterossexuais ou homossexuais.O flerte é reconhecido pelas suas peculiaridades, onde podem existir técnicas de persuasão e encantamento que podem facilitar o trabalho da pessoa interessada para conquistar outrem. Tais técnicas podem ir desde um olhar de consentimento até sinais corporais (não-verbais) que significam diversos estados emocionais."
Acho essencial troca de olhares, gestos sutis e precisos. Às vezes tímidos, às vezes ousados. Nem muito, nem tão pouco, tudo na medida exata da conquista (e existe forma ou medida pra isso?).
As pessoas esquecem que tudo isso faz parte desse jogo, o olhar, o riso, as mãos; estão sempre querendo falar, falar e falar, deixando de lado armas poderosíssimas e tão leves. Claro que uma boa conversa mantém aquecido qualquer interesse, todavia as nossas ações falam, até exclamam muita mais que as palavras. 
Dizer que está interessado é fácil, agora manter as palavras vivas através das ações já são outros quinhentos. Por isso tantos relacionamentos perdem o brilho, perdem a graça, porque os casais deixam de lado as primeiras coisas como andar de mãos dadas, um beijinho carinhoso, um sussurro ao pé do ouvido, um dengo, um cafuné. Tudo é válido pra manter sempre acesa a chama da paixão, o desejo sempre à flor da pele.
Então seja sábio, use mais seu olhar, fale, grite, clame, enamore com eles, mostre seu sorriso pro mundo, deixe transbordar sensações, desejos e o que mais sua mente permitir. Aliás, permita-se sentir todo esse turbilhão.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Aquela menina



Lembra daquela menina que usava fita no cabelo, usava vestido rodado e sandalinha baixa? Aquela que brincava de ciranda na rua, corria com a molecada, subia em pé de manga, caia de patins. Pois é, aquela menininha cresceu e pouca gente percebeu.
E quer saber, aquela menininha sou (fui) eu!
Deixei de lado as bonecas, as corridas na rua, os vestido rodados deram lugar aos mais justos e decotados (não que eu tenha algo pra mostrar.kkk). Troquei as sandálias rasteiras por saltos cada vez mais altos, a verdade é que eu cresci!
Em estatura foi pouca coisa, confesso, mas meus sonhos, meus desejos, minha realidade cresceram, tudo se transformou ou se reajustou; e muita gente não me acompanhou...Ainda tem gente que me olha como se eu ainda fosse uma criança pequena, e não são os meus pais. Vai ver eles me enxergam muito mais adulta que muita gente pensa.
Eu não acho que tenho um rosto tão angelical assim pras pessoas me acharem sempre tão inocente. Será que o batom vermelho não mostra isso...hehehe
Eu só quero dizer que hoje eu sou uma mulher, em fase de amadurecimento, em constante aprendizagem, caindo, levantando, sorrindo, chorando. Amando, sendo amada, amando e não sendo amada, às vezes confusa, às vezes esclarecida...
De repente é tudo isso que me torna de fato MULHER!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Numa dessas brincadeiras da vida Ana acabou caindo e ferindo o joelho.


Chorou muito, mas o jeito era levá-la ao médico.

Foi preciso limpar, doeu de novo. Outra lágrima caiu de seus pequenos olhos.

E o doutor tentando distraí-la dizia que o processo era dolorido, mas era preciso...

E ainda soltou aquela velha e boa frase “quando casar sara!”

Passado todo o trabalho do médico, de curativo no joelho a pequena menina pergunta:

- Mas doutor e se machucar de novo?

O doutor sabiamente diz:

- Aninha, alguns machucados são previsíveis, então se numa dessas brincadeiras você perceber que pode se machucar fuja. Mas se por acaso você cair e se ferir novamente o processo será o mesmo: chorar, levantar, limpar e esperar cicatrizar.

Às vezes pode doer parecendo que nunca vai sarar, mas não se preocupe cicatrizar demanda tempo e algumas dores. Todavia passa!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Ontem ela me disse e hoje repetiu com tamanha convicção que eu só pude acreditar.
Ela disse: deixarei de ser borboleta e passarei a ser jardim!
Me perguntei de onde viria tal certeza, de onde pudera ter tirado essa metáfora e ela me disse que tirara de suas experiências, de suas fragilidades, e com toda certeza de suas forças.
Mas não era frágil?
Sim, era; mas sabia ser forte o suficiente para seguir em frente.
Era hora de cultivar sua terra, podar suas plantas, retirar os gravetos e deixar seu jardim preparado para uma nova primavera...

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Tudo Misturado

Alguém disse " Sorrir é uma arte" e é verdade.
Rir de uma situação, dos seus micos, das histórias dos outros, tudo é válido se acontece de forma leve e descontraída.
Nesse último final de semana Teresina prestigiou um evento maravilhoso, reunindo as maiores figuras do humor do nosso estado.
Eles são nosso orgulho, nossa gente! É do tipo que faz gosto dizer que é daqui...Falar pra todo mundo saber que Dirceu Andrade, Amauri Jucá e João Cláudio Moreno, fazem parte do nosso tesouro, que até deixamos reluzir em outros lugares, abrilhantar e alegrar a vida de mais gente.
Na noite de sábado parecia que Teresina toda resolveu sorrir com eles, era gente que parecia não ter fim. Eu detesto fila, mas enfrentei aquela com sorriso no rosto, pois sabia que de nada valeria resmungar e se tava lotado melhor pra mim, melhor pra eles. Afinal que artista não gosta de um grande público?!
Seguindo em passos lentos fomos todos nos dirigindo aos assentos, reencontrando amigos, fazendo outros. Compartilhando experiências, fazendo críticas, mas acima de tudo procurando curtir cada detalhe.
E começa o espetáculo!!! Em cena ele que sempre consegue arrancar gargalhadas sem nenhum esforço, Dirceu Andrade. Conta uma história, imita uma bicha, cantarola e o riso é solto. Uma hora parece passar correndo, quando é bom é assim. O show não pode parar, e em palco Amauri Jucá com suas paródias incríveis, com seu jeito de imitar que é uma graça faz a plateia rir sem parar!! E outra vez uma hora já se passou.
Um violão, um chapéu e de longe aquela voz marcante surgindo pela multidão, é ele João Cláudio Moreno!! É o humorista que eu mais adoro, não que os outros não tenham minha estima, mas de fato eu superestimo o João. Esse eu escolhi pra admirar! É a voz, é o gesto, é a dança, é o olhar expressivo. É o riso dele entre uma história e outra, é o jeito de falar coisa séria com um humor refinado invejável. É o aboio, é o Nordeste pulsando em suas veias. Tudo isso e muito mais caracterizando o nosso artista.
Como ele canta 'I'm alive'- Eu estou vivo- eu digo estou viva pra sorver cada boa palhaçada, cada música interpretada com seu jeito que é único, sem cansar de ir no outro dia pra outra vez prestigiar.
Pois se um dia de riso é bom dois são maravilhas!!
E o Pai do Céu há de abençoar esses nossos tesouros, livrando-os do mal, iluminando-os com uma mente cada vez mais empolgante e criativa. 
 Deus abençoe sempre!!

                                 Eu e o Dirceu Andrade
                                                                  Eu e Amauri Jucá
Eu e João Cláudio Moreno
                                  http://www.fadojoaoclaudiomoreno.blogspot.com/    


A alegria é o fogo que mantém aquecido o nosso objetivo, e acesa a nossa inteligência. (Helen Keller)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

toda manhã...

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Era uma manhã comum, com direito àquela rotina semanal... Mas hoje ela atrasou-se, gastou mais tempo que devia frente ao espelho. Parecia arrumar-se para alguém, mas não o tinha...Ela achava que não!
Os ponteiros adiantaram-se e ela precisou correr, foi então ao ponto de ônibus.
Sem nenhuma cadeira para sentar pôs-se de pé frente à uma janela, quando olhou para o lado percebeu uma pessoa diferente; era um homem de aproximadamente 30/35 anos, pele clara, olhos escuros. Quando seu olhar encontrou o do tal homem a sensação que teve era de já ter visto antes. Ela continuou  a olhar.
A cada movimento os olhares tornavam-se a cruzar- inevitável um riso singelo, sem que ele percebesse, claro.
A moça pediu parada antes dele e ele parecia não querer aquilo e seu olhar seguiu os passos dela. Nas manhãs seguintes o reencontro, novamente os olhares, a parada e o risinho sutil. 
Que nome seria o dele? O que ele fazia? Para onde ia? As muitas perguntas começaram a surgir, porém para não se prender em tantas interrogações  passou a criar nele um personagem matinal. Hoje poderia ser o Carlos, professor de biologia; amanhã talvez o Pedro bancário ou o Lucas que trabalha com informática ou talvez um simples José.
Todo dia ela sentia vontade de vê-lo e ele também, ela passou a imaginar um jeito dele saber seu nome, ou quem sabe descobrir o dele, mas para que se não tinha a intenção de puxar algum assunto. E quem sabe até acabar com seus personagens de todos os dias... Preferiu continuar com as histórias inventadas à cada novo dia e com os olhares de reencontro.
Se um dia forem apresentados aí sim uma conversa, mas em algum dia, não precisa necessariamente ser hoje...
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